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IFIX cai 0,11% e fecha na mínima; CACR11 lidera perdas

IFIX cai 0,11% e fecha na mínima; CACR11 lidera perdas
Imagem gerada por IA

O IFIX encerrou o pregão desta quinta-feira (7) em 3.909,65 pontos, queda de 0,11%, após perder 4,31 pontos frente ao fechamento anterior. O desempenho preservou a tendência negativa vista ao longo da sessão e levou o índice a terminar na mínima do dia, mesmo permanecendo próximo da máxima de 52 semanas, em 3.944,38 pontos.

Durante a negociação, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a máxima intradiária de 3.917,49 e a mínima de 3.909,65, refletindo cautela dos investidores. O fechamento anterior havia sido de 3.913,96, indicando leve arrefecimento do apetite por risco no curto prazo.

Entre os destaques positivos, o LVBI11 (FII VBI Logístico) liderou as altas, avançando 1,47% e fechando a R$ 109,17, alta de R$ 1,58 no dia. Na sequência, o KORE11 (Kinea Oportunidades RE FI Imobiliário) subiu 1,25%, a R$ 72,55, acumulando ganho de R$ 0,90 na sessão.

Por outro lado, o CACR11 (AF Invest Recebíveis Imobiliários) puxou as quedas, com recuo de 9,46%, encerrando a R$ 34,74 após desvalorização de R$ 3,58. Desde o início da semana, o fundo já acumula perda superior a 70%, ampliando a pressão sobre o segmento de recebíveis de maior risco.

O ARRI11 (Átrio REIT Recebíveis Imobiliários) teve a segunda maior baixa, caindo 6,33% e fechando a R$ 5,36, um recuo de R$ 0,36 no dia. Entre os mais negociados, o GARE11 (Guardian Logística) movimentou R$ 1,5 milhão e terminou estável, a R$ 8,28, enquanto o VGHF11 também girou R$ 1,5 milhão, mas cedeu 2,28%, encerrando a R$ 5,99.

Em termos de liquidez, a sessão mostrou dispersão entre categorias, com logística e híbridos sustentando desempenho mais resiliente, ao passo que recebíveis apresentaram maior volatilidade. Apesar da IFIX ter fechado no vermelho, o patamar próximo à máxima anual sugere que investidores seguem atentos a eventos macro e resultados de fundos para calibrar posições.

O comportamento do IFIX reforça a leitura de um mercado seletivo, em que qualidade de carteira, gestão ativa e perfil de risco diferenciam os movimentos entre os FIIs. Para o investidor, monitorar indicadores de vacância, alavancagem e indexadores segue essencial diante da rotação de fluxos.

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