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FIIs

MCCI11 mantém R$ 1,00 por cota e investe R$ 33,8 milhões

MCCI11 mantém R$ 1,00 por cota e investe R$ 33,8 milhões
Imagem gerada por IA

O MCCI11 confirmou a manutenção do rendimento em R$ 1,00 por cota para maio de 2026, repetindo o patamar distribuído mensalmente desde agosto de 2025. Investidores posicionados até o final do pregão de 13 de maio de 2026 terão direito ao crédito, previsto para 20 de maio, referente à competência de abril. A consistência da política de distribuição reforça o guidance do fundo e a previsibilidade do fluxo de caixa aos cotistas.

Com base na cotação média de abril, de R$ 96,54, o pagamento implica um Dividend Yield mensal de aproximadamente 1,04%. Embora os resultados de abril ainda não tenham sido divulgados, o histórico recente do fundo sugere geração operacional compatível com a manutenção desse nível de proventos. O acompanhamento do relatório gerencial deverá confirmar a suficiência de caixa e eventuais efeitos de marcação a mercado.

Em março, o fundo imobiliário MCCI11 apurou resultado líquido de R$ 1,13 por cota, superior ao montante distribuído, preservando margem para continuidade do guidance. A distribuição de R$ 1,00 por cota foi paga em abril, mantendo a disciplina de alocação e a estratégia de equilíbrio entre resultado e liquidez em carteira.

Investimentos e alocação

Em março, o FII MCCI11 realizou aporte total de aproximadamente R$ 33,8 milhões, com destaque para R$ 32,0 milhões no CRI LUX, remunerado a CDI + 3,00% ao ano. A operação, em série sênior, financia a aquisição de quatro terrenos e o desenvolvimento de empreendimento residencial de alto padrão na Vila Nova Conceição, em São Paulo, reforçando a exposição a créditos bem lastreados.

No secundário, as cotas movimentaram cerca de R$ 141,1 milhões no mês, com média diária de R$ 6,4 milhões, sinalizando liquidez consistente para o investidor. O MCCI11 integra índices relevantes: 1,07% no IFIX, 1,23% no IFIX L e 3,33% no SUNO 30, o que tende a favorecer o fluxo institucional.

Ao fim de março, 93% dos recursos estavam aplicados em ativos-alvo, distribuídos em 27 CRIs e 20 fundos de CRI. Na composição total, CRIs representavam 77% do portfólio, FIIs 12%, caixa 7% e alocação tática 4%, estrutura que combina geração de renda e flexibilidade tática.

No book de crédito, 95% estava atrelado ao IPCA, com marcação média de IPCA + 9,1%, e 5% ao CDI, a CDI + 2,5%. O MTM consolidado era de IPCA + 9,3%, perfil que sustenta o carrego real e diversifica a sensibilidade a juros e inflação.

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