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FIIs

RCRB11 eleva locação e mantém yield perto de 10% em abril

RCRB11 eleva locação e mantém yield perto de 10% em abril
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário RCRB11 encerrou abril com resultado de R$ 4,155 milhões, impulsionado pelo resultado imobiliário de R$ 4,891 milhões. A distribuição somou R$ 3,949 milhões em proventos, refletindo a disciplina da gestão em manter pagamentos consistentes aos cotistas. O fundo pagou R$ 1,07 por cota, valor alinhado à geração operacional do portfólio e ao guidance recente.

Os resultados financeiros adicionaram R$ 62 mil no período, enquanto as despesas totais atingiram R$ 797 mil. Com a cotação de fechamento de abril em R$ 141,69, o dividend yield anualizado ficou em 9,1%, patamar competitivo para o segmento de lajes corporativas. A projeção de FFO permaneceu em R$ 1,18 por cota, o que sugere yield anualizado próximo de 10% considerando o preço de mercado.

Ainda em abril, a gestão anunciou nova locação no Edifício JK Financial Center, reforçando a atratividade do ativo e a capacidade comercial do time. Em 23 de abril, foi firmado contrato com a Belliz, empresa do setor de higiene e beleza, para o 11º andar do empreendimento. A operação eleva a ocupação e mitiga vacância em um edifício de perfil prime.

A nova locação deve ter impacto positivo estimado de R$ 0,05 por cota nos resultados futuros, refletindo aumento real de aproximadamente 26% no valor de aluguel em relação ao contrato anterior. O relatório também sinaliza potencial ganho de capital de R$ 10 milhões, equivalente a R$ 2,90 por cota, condicionado à conclusão de operação em andamento, o que pode reforçar o caixa e a capacidade de distribuição.

Do lado patrimonial, o fundo imobiliário reportou patrimônio líquido de R$ 735,57 milhões em abril e ativos totais de R$ 828,34 milhões. A carteira segue concentrada em imóveis corporativos, que somaram R$ 805,13 milhões, evidenciando foco estratégico em lajes de alta qualidade e localizações consolidadas.

Além do core imobiliário, o RCRB11 mantinha R$ 8,57 milhões em FIIs, R$ 1,73 milhão em renda fixa e caixa, R$ 5,59 milhões em valores a receber e R$ 7,31 milhões em outros ativos. As obrigações totalizavam R$ 92,76 milhões, majoritariamente ligadas a aquisições e CRIs (R$ 87,03 milhões). A base contava com 3.690.695 cotas e valor patrimonial de R$ 199,30 por cota, reforçando a relação entre preço e valor para o investidor.

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