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IFIX recua 0,33% com GARE11 liderando o volume na terça

IFIX recua 0,33% com GARE11 liderando o volume na terça
Foto: Suno/Banco

O IFIX fechou o pregão desta terça-feira (26) aos 3.851,02 pontos, recuando 12,85 pontos no dia. A variação diária foi de 0,33% para baixo, após oscilar entre a máxima de 3.864,85 e a mínima de 3.850,72 pontos. O desempenho consolidou um fechamento próximo do piso da sessão, reforçando o viés vendedor observado ao longo do dia.

Na abertura, o índice de fundos imobiliários marcou 3.863,88 pontos e manteve trajetória negativa quase contínua. Ao final, o nível ficou abaixo dos 3.863,87 pontos do pregão anterior, sugerindo fraqueza pontual do mercado e seletividade entre os investidores do segmento.

Entre os ativos mais líquidos, o GARE11 (Guardian Logística) liderou o volume financeiro com R$ 1,65 milhão e leve queda de 0,12%. Em seguida, o MXRF11 (Maxi Renda) movimentou R$ 1,18 milhão, com recuo de 0,10%. A negociação concentrada nesses papéis indicou apetite moderado por nomes consolidados.

O CPTS11 (Capitania Securities II) registrou R$ 886,79 mil em volume e baixa de 0,52%. Fecharam o grupo de maior giro o GGRC11 (GGR Covepi Renda), com R$ 860,3 mil e queda de 0,20%, e o VGHF11 (Valora Hedge Fund), com R$ 516,03 mil e recuo de 1,44%. Esses movimentos evidenciaram cautela em segmentos de logística, recebíveis e estratégia multiestratégia.

Principais altas e baixas

  • O KNRI11 (Kinea Renda Imobiliária) liderou as altas, subindo 2,63% e encerrando a R$ 165,89.
  • O HSAF11 (HSI Ativos Financeiros) avançou 1,17%, cotado a R$ 82,48.
  • Entre as quedas, o CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) recuou 6,69%, a R$ 33,49, após notícia sobre inadimplência do CRI Helvetia em sua carteira.
  • O TGAR11 (TG Ativo Real) caiu 2,78%, fechando a R$ 58,53.

Em síntese, o IFIX refletiu um dia de correção moderada, com pressões pontuais em fundos de recebíveis e desempenho positivo em portfólios de renda imobiliária. Entre os destaques de volume, o GARE11 manteve a liderança, enquanto nomes como MXRF11 e CPTS11 sinalizaram seletividade dos investidores em meio a um ambiente de maior aversão ao risco.

Ao final da sessão, a leitura do índice de fundos imobiliários reforçou a importância do acompanhamento de crédito em recebíveis e da resiliência de estratégias diversificadas. Mesmo com a queda, o IFIX segue sustentado por carteiras de qualidade, com dispersão de resultados entre setores e gestores.

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