O IFIX encerrou a sessão desta sexta-feira (29) aos 3.877,52 pontos, em alta de 0,41%, um ganho de 16 pontos em relação ao fechamento anterior. O movimento confirmou o bom humor do mercado de fundos imobiliários ao longo do dia e manteve o índice colado às máximas intradiárias. Na variação do pregão, oscilou entre 3.861,52 pontos na mínima e 3.880,58 pontos na máxima.
O índice de fundos imobiliários permaneceu em campo positivo durante toda a negociação, refletindo apetite seletivo por risco e fluxo consistente nos principais ativos. Apesar da volatilidade pontual, o indicador terminou próximo das máximas, sugerindo força compradora no fechamento e sustentação dos preços.
Com o desempenho, o IFIX segue próximo da máxima de 52 semanas, de 3.944,38 pontos. Esse patamar continua no radar dos investidores, que monitoram dados macroeconômicos, decisões de juros e distribuição de rendimentos dos fundos. A proximidade do pico anual indica resiliência do mercado mesmo após ajustes recentes.
Ganhos semanais contrastaram com a performance mensal. Na comparação da semana, o índice subiu 0,58%, saindo de 3.855,09 pontos (22) para 3.877,52 pontos, avanço de 22,43 pontos. Já em maio, houve correção: o IFIX recuou 1,33% frente a abril, caindo de 3.929,91 para 3.877,52 pontos, uma baixa de 52,39 pontos.
Entre os destaques de negociação, o MXRF11 liderou o volume financeiro, somando R$ 1,66 milhão e alta de 0,30%. Na sequência vieram GARE11 (R$ 1,48 milhão; +0,36%), CPTS11 (R$ 1,04 milhão; +0,39%), GGRC11 (R$ 988,14 mil; +0,59%) e BTCI11 (R$ 796,62 mil; +0,22%). Esses fluxos ajudam a medir a liquidez setorial e o interesse por diferentes teses.
O HSML11 figurou entre os papéis de melhor performance, fechando a R$ 92,72 após valorização de 2,56%. O BLMG11 também avançou, subindo 2,06% e encerrando a R$ 31,74, impulsionado por leitura favorável do mercado sobre seu portfólio.
Na ponta negativa, o CACR11 recuou 6,29% e fechou a R$ 23,97, liderando as quedas do dia. O URPR11 caiu 2,18%, terminando a R$ 25,14. Esses movimentos reforçam a seletividade dos investidores diante de cenários específicos de cada fundo e de perspectivas de renda.