O Fiagro SNAG11 anunciou uma nova distribuição de rendimentos aos cotistas, reforçando sua política de proventos recorrentes. O fundo pagará R$ 0,12 por cota aos investidores com posição até 15 de junho de 2026, data-base confirmada pela gestora. A partir do pregão seguinte, as cotas passam a ser negociadas “ex-rendimentos”, refletindo o ajuste pelo pagamento.
Considerando o preço de fechamento de R$ 10,48 em maio, o valor distribuído corresponde a um dividend yield mensal estimado em 1,15%. Em termos anualizados, isso equivale a aproximadamente 13,74% ao ano, patamar competitivo no universo de renda variável isenta para pessoa física. O crédito ocorrerá em 25 de junho de 2026, diretamente nas corretoras dos cotistas habilitados.
Nos últimos 12 meses, o Fiagro SNAG11 apresentou desempenho superior à poupança, combinando proventos isentos de IR e valorização das cotas. Uma aplicação simulada de R$ 5.000 resultou em R$ 6.933,53, enquanto na poupança o montante seria de R$ 5.300,00, indicando vantagem de 30,82% no período. O cenário evidencia a atratividade do produto frente a alternativas conservadoras.
Resultados recentes mostram que os dividendos do SNAG11 somaram R$ 759,50 em 12 meses, valor livre de imposto para pessoa física. A valorização das cotas elevou o patrimônio simulado para R$ 6.174,03, reforçando a contribuição do ganho de capital. Entre as secundárias, destaque para o desempenho do índice de distribuição e para a diversificação de crédito, ambos suportando a consistência dos proventos.
Atualmente, o ativo é negociado a R$ 10,20 por cota. Em 12 meses, acumula alta de 23,49%, com mínima de R$ 8,26 e máxima de R$ 10,69, refletindo momentos de maior apetite por risco no setor agro. Esse histórico ajuda a contextualizar o comportamento do preço frente à dinâmica de juros e liquidez.
Características do fundo reforçam sua tese: o Fiagro SNAG11 é um veículo híbrido administrado pela Suno Asset, com foco no financiamento da cadeia agropecuária. O portfólio reúne CRAs, propriedades rurais, cotas de outros Fiagros e FIDCs, totalizando 11 ativos com exposição a 264 devedores, em sua maioria produtores rurais, o que amplia a pulverização de risco.