Renda Rio Bravo Crédito Imobiliário (RBRR11) pagará R$ 0,98 por cota em julho, com direito a quem detinha o fundo no fechamento de 9 de julho (data de corte). O crédito ocorre em 16 de julho. Ao preço de R$ 78,23 no fim de junho, o provento implica yield mensal de 1,25%, isento de IR para pessoa física.
O resultado de junho não foi divulgado. Em maio, o resultado distribuível somou R$ 1,05 por cota, já incluindo R$ 0,04 extraordinários oriundos de vendas de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Naquele mês, foram pagos R$ 0,95 por cota (17/6), elevando a reserva de R$ 0,31 para R$ 0,41 por cota entre abril e maio. A média de distribuição em 12 meses foi de R$ 0,83 por cota.
As negociações recentes incluíram vendas parciais dos CRIs Pátio Malzoni (R$ 15 milhões) e Bem Brasil (R$ 1 milhão), com prejuízo consolidado de R$ 0,06/cota, e redução de R$ 1 milhão na posição do FII FLCR11. Já as vendas integrais dos CRIs MK IPCA e AG7, que somaram R$ 14,6 milhões, geraram ganho de R$ 0,02/cota e zeraram as “compromissadas reversas” (empréstimos garantidos por títulos).
Ativos-alvo representam 99,5% do patrimônio, com 97,0% em CRIs e operações estruturadas. O portfólio rende, em média, 15,4% ao ano, ou IPCA + 9,3% ao ano, com prazo médio de 4,0 anos e spread de 1,2% ao ano. FIIs somam 2,5% e caixa, 0,5%. São 101 papéis; 99% indexados ao IPCA e 1% ao IGP-M.
Por lastro, residencial concentra 42,9%, logístico 33,9% e escritórios 21,7%. Entre FIIs, quatro nomes somam 2,5% do patrimônio; RPRI11 responde por 1,4%.
O patrimônio líquido é de R$ 1,52 bilhão (R$ 93,29/cota), ante valor de mercado de R$ 1,376 bilhão (R$ 84,42/cota), com P/VP de 0,90x. O volume médio diário é de R$ 4,5 milhões e há 143.366 cotistas.