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FIIs

IRIM11 eleva dividendos em 24% e paga maior valor em quase 4 anos; saiba quanto

IRIM11 eleva dividendos em 24% e paga maior valor em quase 4 anos; saiba quanto
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O IRIM11 vai distribuir R$ 1,18 por cota pela competência de junho de 2026, alta de 24% frente ao mês anterior e maior valor em mais de três anos.

O pagamento ocorrerá em 17 de julho de 2026. Farão jus ao provento os cotistas posicionados até o fechamento de 9 de julho de 2026, data-base da distribuição.

Com base no fechamento de junho, de R$ 66,24, os rendimentos do IRIM11 equivalem a um dividend yield mensal aproximado de 1,78%, isento de IR para pessoa física conforme a legislação vigente.

Na competência anterior (maio, pago em junho), o fundo distribuiu R$ 0,95 por cota, com resultado distribuível de R$ 0,84 por cota, refletindo correção monetária mais elevada no período.

Em maio, o fundo realizou nova alocação no mercado primário ao entrar no CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) BTLP Cajamar. O papel é lastreado em galpão logístico em Cajamar (SP), objeto de built-to-suit com a Amazon e de propriedade do fundo BTLG. A posição soma cerca de 2,05% do PL, a IPCA + 8,7%.

Houve reforço em posições: CRI Faro Energy (+0,17% do PL, IPCA + 10,5%), CRI Pátio Malzoni (+0,12% do PL, IPCA + 8,0%) e CRI HGLG BTS Meli (+0,03% do PL, IPCA + 8,6%). O caixa encerrou maio em 7,9% do PL; o pipeline em estruturação é suficiente para consumir esse montante.

No monitoramento, o CRI Bewiki (2,13% do PL) pagou a parcela de maio com atraso; o efeito financeiro será reconhecido em junho. A gestão reporta evolução operacional da operação, com novos credenciamentos junto a operadoras de saúde e aumento de receitas do hospital, além de três negociações em estágio avançado para solução definitiva.

A carteira está distribuída em CRIs (73,9%), FIIs (18,6%), caixa (7,9%) e outros (1,1%). Nos CRIs, utilidades lidera (20,09%), seguido por shopping (13,40%), loteamento (12,91%), industrial e logística (6,35%), MCMV (5,34%), residencial vertical (4,48%) e corporativo (4,41%). Por risco: estrutura única (69,24%), sênior (27,24%), mezanino (3,34%) e subordinado (0,19%). Entre os FIIs, financeiro responde por 30%, com foco em crédito estruturado PJ; as demais exposições imobiliárias somam industrial e logística (24%), varejo (13%), corporativo (10%), residencial vertical (10%), shopping (6%) e hospitalidade (5%).

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