O ALZR11 mantém carteira de imóveis comerciais locados a empresas de diversos setores e prioriza contratos de longo prazo para dar previsibilidade aos recebimentos. Segundo a Status Invest, o fundo imobiliário tem patrimônio líquido de R$ 1,8 bilhão e 206.111 cotistas.
A cota negocia a R$ 10,45 frente ao valor patrimonial de R$ 10,78, com P/VP de 0,97. A liquidez média diária é de R$ 4,1 milhões.
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Estratégia e carteira do ALZR11
Os contratos atípicos respondiam por 94% da receita contratada em setembro de 2026. O WALE, prazo médio ponderado das locações, era de 9,4 anos. O fundo utiliza estruturas Built-to-Suit e Sale & Leaseback, que envolvem imóveis desenvolvidos ou vendidos com permanência do ocupante como locatário, geralmente com prazos extensos e regras específicas para rescisão.
Entre os inquilinos estavam Mercado Livre, Shopee, DuPont, Coca-Cola FEMSA, DASA, Oba Hortifruti e Bauducco. No relatório de setembro, o ALZR11 reunia 26 ativos e cerca de 288,7 mil m² de área bruta locável. A Grande São Paulo concentrava 67% do portfólio, complementado por ativos no interior paulista, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
A ocupação se mantinha elevada: o imóvel da DuPont registrava taxa de 97%, enquanto os demais ativos detalhados estavam integralmente ocupados. Em setembro, contratos de Pueri Domus, DuPont e do restaurante Arturito foram reajustados pelo IPCA.
No histórico de distribuições, os dividendos mensais variaram entre R$ 0,0836 e R$ 0,0851 por cota nos 12 meses encerrados em setembro. Para o segundo semestre de 2026, a gestora projetava rendimentos recorrentes entre R$ 0,082 e R$ 0,084 por cota, valores estimados e não garantidos.
Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.