O fundo imobiliário CPTS11 (CPTS11) informou que pagará R$ 0,09 por cota, em 21 de julho de 2026, referente aos resultados de junho.
O valor se repete pelo décimo mês consecutivo, mantendo distribuição estável.
Considerando a cotação de fechamento de junho, de R$ 7,51, o provento corresponde a um Dividend Yield mensal de 1,20%, que é o rendimento sobre o preço de mercado.
Para pessoa física, o rendimento é isento de Imposto de Renda, conforme a regra dos FIIs.
Terá direito ao pagamento quem mantiver cotas até a data-base de 14 de julho. O crédito ocorrerá em 21 de julho.
Segundo a gestão, o anúncio está no centro do guidance: cenário base de R$ 0,09 por cota, com piso de R$ 0,08 e teto de R$ 0,10.
Fatores que sustentam os dividendos do CPTS11
A carteira de CRIs segue com perfil high grade, 100% de adimplência e sem operações estressadas, de acordo com a gestora.
Esse bloco reúne 18 CRIs e representa 23,7% dos ativos, com marcação a IPCA + 8,67% e duration média (prazo médio) de 4,6 anos.
A maior parcela está em cotas de FIIs: 81 fundos somando 61,3% do portfólio, sendo 79,1% de tijolo e 20,9% de papel.
O restante está em operações de carrego, com 9% ao CDI + 1% ao ano, e em liquidez, com 6,1%.
No relatório de maio, o resultado foi de R$ 0,089 por cota. Como a distribuição foi de R$ 0,09, o mês encerrou sem resultado acumulado.
Em maio, houve giro no crédito: R$ 15,3 milhões em compras de CRIs a IPCA + 8,84% e R$ 19 milhões em vendas a IPCA + 9,09%.
As operações compromissadas fecharam em 17,4% do patrimônio, ao custo de CDI + 0,80%.
A cota a mercado recuou 2,52% no mês, ante alta de 0,30% da cota patrimonial e queda de 1,33% do IFIX, com abertura da curva de juros. A marcação da carteira passou de IPCA + 8,57% para IPCA + 8,67%.
Ao fim de maio, o fundo somava patrimônio líquido de R$ 3,20 bilhões, 381.877 cotistas (+0,92% vs. abril) e volume negociado de R$ 259,6 milhões, média diária de R$ 13 milhões.