• IPCA 0,70% FEVEREIRO DE 2026
  • Selic 15% OUT 2026
Fonte:
FIIs

PORD11 amplia carteira de CRIs e detalha lucro de setembro; veja valores

PORD11 amplia carteira de CRIs e detalha lucro de setembro; veja valores
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário PORD11 encerrou setembro de 2026 com resultado de R$ 3,65 milhões, acima dos R$ 3,51 milhões de agosto. Os juros de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) foram a principal fonte de receita. Os dividendos do PORD11 no mês acompanharam o resultado.

As operações com ativos somaram R$ 3,47 milhões, sendo R$ 2,44 milhões em juros de CRIs, R$ 668,3 mil em adiantamentos operacionais e R$ 361,1 mil em ganhos com FIIs. As receitas financeiras totalizaram R$ 756,6 mil, diante de despesas de R$ 575,5 mil.

Você esperou o ano inteiro pela Black Friday para comprar aquele produto. E se, desta vez, a melhor compra fosse a sua liberdade financeira? A Suno Friday 2026 começa em 04/11, às 20h, com uma live gratuita e bônus para inscritos. Quero meu bônus.

Os proventos distribuídos referentes a setembro foram de R$ 3,65 milhões, equivalentes a R$ 0,098 por cota. Considerando o preço de R$ 8,43, o dividend yield mensal foi de 1,16%.

Em 12 meses, os rendimentos somaram R$ 1,19 por cota, com yield de 14,12%. As distribuições no período totalizaram R$ 44,37 milhões, próximas ao resultado de R$ 44,44 milhões. Entre janeiro e setembro, o resultado acumulado foi de R$ 32,90 milhões, ante R$ 33,03 milhões distribuídos. O fundo mantinha R$ 0,030 por cota em inflação acumulada não distribuída.

A rentabilidade apurada pela gestão foi de 1,57% em setembro e 10,34% no ano, superando o benchmark de 0,60% e 5,88%, respectivamente.

Dividendos do PORD11 e novas operações

Em setembro, o fundo liberou R$ 4,75 milhões adicionais ao CRI Prestes, com novas liberações condicionadas à originação de recebíveis pela construtora.

Em outubro, concluiu investimento de R$ 13,8 milhões em cotas seniores do FIDC FIT (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios), atrelado ao Minha Casa Minha Vida, com remuneração de CDI (taxa de referência) + 4% ao ano, prazo de 36 meses e subordinação de 20%.

O fundo também adquiriu R$ 5 milhões em CRIs da Moura Dubeux, remunerados a 105% do CDI, com vencimento em julho de 2030.

Na carteira de setembro, CRIs atrelados ao IPCA representavam 35% do patrimônio, seguidos por CDI (32,1%), IGP-M (1,9%) e prefixados (0,7%). FIIs respondiam por 9,4% e o caixa por cerca de 21%.

Entre os CRIs, 70% eram operações corporativas e 30% pulverizadas, com exposição a habitação popular, renda urbana, residencial e hospitalar. Duas novas operações seguiam em estruturação.

Quer construir uma carteira de Fiis alinhada com os seus objetivos? Clique aqui e fale agora mesmo com um especialista.

Leia também