Cinco fundos imobiliários pagam proventos aos cotistas nesta terça-feira (19), com valores entre R$ 0,60 e R$ 1,00 por cota. Os FIIs CXAG11, IBCR11, IRIM11, RBRR11 e RBRY11 confirmaram a distribuição, reforçando o apelo de renda passiva desse tipo de investimento para quem busca fluxo mensal de caixa no portfólio.
Entre os destaques, o RBRR11 anuncia R$ 0,90 por cota e o RBRY11 distribui R$ 1,00 por cota. O IRIM11 também paga R$ 0,90 por cota aos investidores. Já o CXAG11 repassa R$ 0,72 por cota, enquanto o IBCR11 deposita R$ 0,60 por cota. Esses valores refletem as políticas de gestão e a performance recente das carteiras.
De acordo com a legislação, os fundos imobiliários devem distribuir no mínimo 95% do lucro apurado em regime de caixa a cada semestre. Na prática, a maior parte dos FIIs opta por pagamentos mensais, o que aumenta a previsibilidade de receita para o investidor e reforça a atratividade da classe.
Apenas quem detinha cotas na data de corte tem direito aos rendimentos, que caem automaticamente na conta da corretora. Para pessoas físicas, os dividendos são isentos de Imposto de Renda, desde que o fundo cumpra os critérios legais aplicáveis. Essa isenção é um diferencial relevante na comparação com outros ativos de renda.
Proventos e características dos FIIs que pagam hoje
O CXAG11 é um fundo de tijolo focado em agências bancárias, criado em outubro de 2021 e administrado pela Oliveira Trust. No acumulado de 2024, distribuiu R$ 3,74 em dividendos, evidenciando consistência na geração de caixa.
O IBCR11 e os demais fundos (IRIM11, RBRR11 e RBRY11) são administrados pelo BTG Pactual. O IBCR11, um fundo de papel lançado em abril de 2021, já repassou R$ 3,10 neste ano. A gestão ativa e a seleção de créditos explicam parte da variação entre os valores distribuídos.
Os fundos imobiliários são investimentos de renda variável. O preço das cotas oscila e os rendimentos podem variar conforme o desempenho da carteira, taxas de vacância e custos financeiros. Manter organização financeira, diversificar e formar reserva de emergência são práticas essenciais antes de alocar recursos nos FIIs.