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HGLG11 compra 10% remanescente de galpões na Bahia por R$ 79 mi

HGLG11 compra 10% remanescente de galpões na Bahia por R$ 79 mi
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário HGLG11 firmou um Instrumento Particular de Transação envolvendo sua investida Simões Filho SPE e as empresas Consul Engenharia Ltda., H93 Empreendimento Logístico SPE Ltda. e Meta B DI Ltda. A operação contempla o empreendimento logístico localizado no imóvel Simões Filho, na Rodovia BA-093, em Simões Filho, Bahia, e visa consolidar a participação do fundo em ativos estratégicos da região metropolitana de Salvador.

Pelo acordo, o HGLG11 adquirirá a participação remanescente de 10% no galpão G100 e no futuro galpão G200, ainda em desenvolvimento. O valor total previsto para essa aquisição é de R$ 79,22 milhões, com pagamentos atrelados às etapas de conclusão das obras e ao início dos respectivos contratos de locação, além de potenciais futuras ofertas do fundo.

Do montante total, R$ 24,776 milhões referem-se ao G100, enquanto R$ 54,445 milhões estão associados ao G200. Cada pagamento será proporcional ao ativo correspondente, respeitando marcos de entrega e de ocupação, o que tende a mitigar riscos de execução e de vacância no curto prazo para o portfólio do fundo.

A gestora projeta que, com a conclusão da aquisição do G100, o impacto na receita imobiliária do fundo imobiliário HGLG11 será de aproximadamente R$ 0,01 por cota, considerando o número atual de cotas. Esse efeito embute um cap rate médio estimado de 12,0% ao ano, refletindo a atratividade do ativo frente ao perfil de risco e à localização logística do empreendimento.

Para o G200, o incremento esperado também é de cerca de R$ 0,01 por cota após a conclusão e a entrega do galpão ao inquilino, com cap rate médio projetado de 10,4% ao ano. Essas métricas indicam retorno alinhado ao mercado de galpões de padrão moderno, com potencial de valorização conforme a ocupação e a estabilidade contratual.

O acordo inclui ainda a aquisição, por cessão de direitos aquisitivos quitados e sem custo específico ao fundo, de uma área de 15.934,46 m² destinada à desaceleração e acesso ao empreendimento. Essa melhoria deve favorecer o fluxo logístico e a segurança operacional no entorno do ativo.

Além disso, o fundo comprará 466.200 m² da matrícula nº 2.523, área que será utilizada parcialmente como compensação ambiental do empreendimento. A medida reforça o compromisso com conformidade regulatória e boas práticas ESG, contribuindo para a perenidade dos ativos no longo prazo para o HGLG11.

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