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FIIs

IFIX cai 1,36% e fecha na mínima do dia aos 3.868 pontos

IFIX cai 1,36% e fecha na mínima do dia aos 3.868 pontos
Imagem gerada por IA

O IFIX encerrou a segunda-feira (11) em 3.868,63 pontos, queda de 1,36% frente ao pregão anterior. Após abrir em 3.922,21 pontos, o índice perdeu tração ao longo do dia e fechou na mínima da sessão, refletindo um humor mais cauteloso entre investidores de fundos imobiliários. A oscilação intradiária também mostrou resistência inicial, mas o ímpeto vendedor prevaleceu no fechamento.

Nos primeiros minutos, o índice de fundos imobiliários tocou a máxima de 3.924,47 pontos, sugerindo tentativa de recuperação técnica. Contudo, a pressão de venda ganhou força em meio ao ajuste de carteiras e à busca por liquidez. O movimento consolidou a trajetória negativa e levou o benchmark à mínima justamente no encerramento, aos 3.868,63 pontos.

Apesar da queda no dia, o IFIX permanece distante da mínima de 52 semanas, de 3.382,05 pontos, preservando uma margem relevante em relação ao pior nível do período. A máxima de 52 semanas, em 3.944,38 pontos, segue como referência de resistência para eventuais testes de alta adiante.

Em termos de negociação, o CPTS11 (Capitania Securities II FII) liderou o volume, com R$ 9,51 milhões e baixa de 2,57%. Em seguida, o VGHF11 (Valora Hedge Fund FII) caiu 7,07% com giro de R$ 2,42 milhões, enquanto o GARE11 (Guardian Real Estate FII) movimentou R$ 1,64 milhão e recuou 0,48%. Entre os mais líquidos, o MXRF11 recuou 0,50% e o GGRC11, 1,36%.

CACR11 foi o destaque positivo, saltando 22,32% e fechando a R$ 40, após forte correção na semana anterior. Na última semana, o fundo havia despencado 59,79% no secundário, encerrando a sexta-feira (8) a R$ 32,70. A reação sugere recomposição parcial após o estresse recente.

O AJFI11 ocupou a segunda posição entre as altas, avançando 0,60% e fechando a R$ 8,35. No campo negativo, o VGHF11 liderou as perdas do dia, caindo 7,07% e encerrando a R$ 5,66. O MFII11 registrou a segunda maior baixa, com recuo de 6,66% para R$ 55,63, acompanhando o viés vendedor do setor.

Perspectivas para o IFIX seguem atentas ao fluxo, à curva de juros e aos eventos corporativos dos FIIs. A manutenção de liquidez em papéis de maior volume e a recuperação pontual de ativos pressionados devem pautar os próximos pregões.

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