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IFIX cai 0,09% e fecha nas mínimas; VGHF11 puxa altas

IFIX cai 0,09% e fecha nas mínimas; VGHF11 puxa altas
Foto: Suno/Banco

O IFIX encerrou o pregão desta terça-feira (12) em leve queda de 0,09%, aos 3.865,24 pontos, aproximando-se das mínimas do dia. O recuo foi de 3,39 pontos, após uma abertura em 3.922,21 pontos, nível superior ao fechamento anterior. A sessão mostrou volatilidade, com máxima intradiária de 3.924,47 pontos e mínima exatamente no patamar de fechamento.

Mesmo com a correção pontual, o índice de fundos imobiliários segue sustentado acima dos 3.800 pontos, preservando a tendência de estabilidade no curto prazo. Em 52 semanas, o indicador mantém máxima em 3.944,38 pontos e mínima em 3.382,05 pontos, faixa que reforça o intervalo de consolidação do mercado.

Entre os destaques positivos, o VGHF11 (Valora Hedge FII) liderou as altas com avanço de 2,65%, fechando a R$ 5,80. O desempenho ajudou a recompor parte das perdas da véspera, quando o papel havia recuado 7,07%, em um movimento de ajustamento técnico. O RZTR11 (Riza Terrax FII) também registrou boa performance, subindo 2,21% e encerrando a sessão em R$ 90,15.

No lado negativo, o fundo imobiliário CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) despencou 5%, terminando a R$ 38, após ter disparado 22,32% na segunda-feira, quando chegou a R$ 40. O HFOF11 (Hedge Top FOFII 3) caiu 2,98%, fechando a R$ 6,52, refletindo um pregão seletivo entre os fundos de fundos.

Durante o dia, também chamou atenção o giro financeiro. O CPTS11 (Capitania Securities II FII) liderou o volume, movimentando R$ 2,44 milhões, com alta de 1,06% no fechamento. O VGHF11 somou R$ 1,12 milhão em negócios, enquanto o HFOF11 registrou R$ 1,11 milhão, sinalizando maior apetite por fundos de crédito e estratégias diversificadas.

Persiste a leitura de que o IFIX opera próximo de topos recentes, com investidores alternando posições entre papéis de recebíveis e fundos de tijolo. Palavras-chave como liquidez, volatilidade e rotação setorial seguem no radar, à medida que o mercado equilibra movimentos táticos e expectativas para a curva de juros.

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