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Fonte:
FIIs

IFIX sobe 0,6% e encosta na máxima de 52 semanas

IFIX sobe 0,6% e encosta na máxima de 52 semanas
Foto: Suno/Banco

O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (6) em alta de 0,6%, aos 3.913,96 pontos, recuperando parte das perdas após dois dias consecutivos de quedas. O ganho de 23,21 pontos aproximou o índice de fundos imobiliários de sua máxima de 52 semanas, reforçando o apetite do investidor pelos FIIs em um dia de liquidez moderada e desempenho misto entre os principais componentes.

Na abertura, o índice marcou 3.890,75 pontos, tocou a máxima intradiária de 3.914,76 e não perdeu o piso da largada. A máxima anual permanece em 3.944,38 pontos, referência que segue no radar após a recuperação de hoje e sinaliza possível teste nas próximas sessões, caso o fluxo comprador persista.

Entre as maiores altas, o TGAR11 (TG Ativo Real) avançou 3,91% e fechou a R$ 64,15, sustentado por giro consistente e interesse em ativos de desenvolvimento. O HSLG11 (HSI Logística) subiu 3,04%, a R$ 95,00, beneficiado pela resiliência do segmento logístico, que mantém vacância controlada e contratos atrelados à inflação, favorecendo a previsibilidade de renda.

Na ponta oposta, o CACR11 (AF Invest Recebíveis Imobiliários) despencou 9,01%, a R$ 37,95, acumulando queda superior a 50% desde segunda-feira. O movimento seguiu a sequência de -42,2% e -11,51% nos pregões anteriores, refletindo forte reprecificação em meio a incertezas sobre parte da carteira de CRIs. O TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logística) recuou 4%, a R$ 77,43, devolvendo parte da alta de 9,48% registrada no dia anterior, em ajuste técnico após rali pontual.

Volume de negócios trouxe quadro equilibrado. O MXRF11 (Maxi Renda FII) liderou com R$ 1,9 milhão e valorização de 1,53%, consolidando sua posição entre os mais líquidos da indústria. O GARE11 movimentou R$ 1,44 milhão e caiu 0,12%, em sessão sem catalisadores relevantes para o fundo.

O VGHF11 registrou R$ 1,36 milhão e queda de 1,92%, impactado por ajustes nos papéis de crédito. Completar amostra, o CPTS11 girou R$ 1,26 milhão e avançou 0,13%, enquanto o GGRC11 moveu R$ 1,17 milhão com alta de 0,5%, sustentado por contratos típicos e prazos alongados.

Perspectivas seguem construtivas para o IFIX, com suporte em dividendos recorrentes e sensibilidade a juros. A continuidade do fluxo dependerá da trajetória da Selic, inflação e balanço de riscos no mercado de crédito, fatores que seguem guiando a rotação entre segmentos e definindo o humor do investidor em FIIs.

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