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IFIX sobe 0,23% e se mantém perto da máxima anual

IFIX sobe 0,23% e se mantém perto da máxima anual
Foto: Suno/Banco

O IFIX encerrou a sessão desta segunda-feira (25) em 3.863,87 pontos, com alta de 8,78 pontos, o que representa avanço de 0,23% no pregão. Ao longo do dia, o índice mostrou volatilidade moderada, mas se manteve em terreno positivo, reforçando o viés comprador observado nas últimas semanas e sustentando o interesse por fundos imobiliários mesmo em meio a ajustes pontuais.

Na abertura, o índice partiu de 3.855,05 pontos, muito próximo do fechamento anterior de 3.855,09 pontos. Ao longo das negociações, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.855,00 pontos e a máxima de 3.864,78 pontos, demonstrando amplitude contida e liquidez concentrada nos principais papéis da carteira. O movimento sinaliza continuidade do apetite por rendimentos recorrentes.

Com o desempenho do dia, o IFIX permanece próximo da máxima de 52 semanas, em 3.944,38 pontos, e bem acima da mínima anual de 3.382,05 pontos. Esse patamar reforça a resiliência do segmento, ancorado em fluxos de proventos e na busca por diversificação. Ainda assim, o espaço até a máxima histórica recente sugere potencial de novas realizações e rotações setoriais.

SNEL11 liderou o volume ao somar R$ 2,31 milhões em negociações, com alta de 0,24%, seguido por MXRF11, que movimentou R$ 1,26 milhão e avançou 0,61%. O GGRC11 completou o pódio com R$ 1,19 milhão, porém recuou 0,2%, enquanto GARE11 subiu 0,24% com R$ 1,03 milhão, e CPTS11 ganhou 0,52% com R$ 916,7 mil.

Entre os destaques, VGHF11 liderou as altas do dia, fechando a R$ 6,24 após valorização de 3,49%. Na sequência, VINO11 avançou 3,13% e encerrou a R$ 4,95, apoiado por ajustes de preço e percepção de desconto relativo no segmento de escritórios.

Nas quedas, JSCR11 registrou o pior desempenho, caindo 4,10% e fechando a R$ 8,42, enquanto VGRI11 recuou 2,17% para R$ 6,32. O comportamento misto entre fundos de recebíveis e tijolo indica seletividade crescente por qualidade de crédito, vacância e governança.

No curto prazo, o IFIX pode seguir oscilando em faixa estreita, com investidores atentos ao calendário de proventos, spreads de crédito e sinais macroeconômicos. Em um cenário de juros em transição, a busca por rendimento real e previsibilidade segue no radar, enquanto fundamentos de cada FII devem ditar a performance relativa.

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