O fundo imobiliário fechou junho com resultado de R$ 5,371 milhões, abaixo do mês anterior. As receitas totalizaram R$ 5,847 milhões, frente a despesas de R$ 467 mil.
Por cota, o resultado foi de R$ 0,77, enquanto o rendimento anunciado ficou em R$ 0,80. A diferença é coberta pela reserva de resultados, hoje em R$ 0,73 por cota, usada para linearizar pagamentos futuros.
Para o segundo semestre de 2026, a gestão projeta manter os rendimentos entre R$ 0,75 e R$ 0,85 por cota, com valor base de R$ 0,80.
A cota patrimonial recuou de R$ 91,78 para R$ 89,31 no mês (-1,82%), desempenho 0,61 ponto percentual pior que o do IFIX (-1,21%). A cota de mercado subiu 0,53%, ampliando o desconto para 9,83% frente ao valor patrimonial.
Em junho, o fundo comprou posições em fundos de CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários), escritórios e residencial, somando 0,77% do patrimônio, e vendeu posições em logística e multiestratégia, equivalentes a 0,34%. Caixa e LCI (Letras de Crédito Imobiliário) fecharam em 16,6%.
Segundo a gestão, a queda recente dos FIIs abre oportunidades de compra com taxa interna de retorno (TIR) atrativa no atual cenário macroeconômico.
A carteira está distribuída entre FIIs (78,7%), caixa (13,2%), CRI (4,7%) e LCI (3,4%). Por estratégia: imobiliária (50,8%), tática (32,5%) e caixa (16,6%).
Por categoria, escritórios somam 22,2%, logística 17,4%, shoppings e varejo 13,2%, multiestratégia 11,5%, renda urbana 10,4%, caixa 6,4%, residencial 5,6%, CRI 5,2%, FII de CRI 4,7% e LCI 3,4%.
A cota patrimonial sobe 0,77% em 2026 e 11,81% em 12 meses; a de mercado cai 2,10% no ano e avança 11,30% em 12 meses. No comparativo, a cota patrimonial equivale a 13,25% do CDI líquido no ano e a 93,97% em 12 meses, superando o IFIX em 52,66% no ano e 118,61% em 12 meses.
No secundário, foram negociadas 340.733 cotas (4,86% do total) em junho, volume de R$ 26,79 milhões e média diária de R$ 1,276 milhão.