Em 12 meses, a cota do fundo imobiliário VRTA11 avançou 0,03%. Ainda assim, uma aplicação de R$ 15 mil teria alcançado R$ 17.136,29 no período, conforme simulação baseada no histórico recente. O resultado foi impulsionado pela renda mensal distribuída pelo fundo.
Do ganho total de cerca de R$ 2.136, R$ 2.131,80 vieram dos rendimentos do VRTA11, isentos de IR para pessoa física, desde que atendidas as condições legais. A valorização da cota respondeu por R$ 4,49, levando o capital inicial a R$ 15.004,49.
Como referência, os mesmos R$ 15 mil na poupança teriam chegado a R$ 15.900. Assim, o fundo superou a caderneta em aproximadamente 7,78% no período. Por se tratar de renda variável, tanto a cota quanto a renda mensal podem oscilar.
Detalhes da simulação com o VRTA11
No dia da simulação, a cota era negociada a R$ 71,60, alta de 1,78% no pregão. Nas últimas 52 semanas, oscilou entre R$ 67,29 e R$ 79,15. O valor patrimonial por cota era de R$ 83,80, resultando em P/VP de 0,84, cerca de 15% abaixo do patrimônio. A liquidez média diária foi de R$ 2,8 milhões.
O último rendimento foi de R$ 0,85 por cota, em linha com a média recente. Em 12 meses, os dividendos do VRTA11 somaram R$ 10,20 por cota, com dividend yield próximo de 14,2%. O fundo possui patrimônio de R$ 1,3 bilhão e mais de 103 mil cotistas.
Criado em 2010 e gerido pela Fator, o fundo investe principalmente em CRIs, títulos de renda fixa lastreados no setor imobiliário. A renda decorre majoritariamente dos juros desses recebíveis. A simulação não constitui promessa de retorno futuro.