O KNSC11 manterá a distribuição de R$ 0,10 por cota referente à competência de maio de 2026, preservando o mesmo patamar da remuneração anterior. O pagamento será efetuado em 12 de junho de 2026 aos investidores que estavam posicionados até o fim do pregão de 29 de maio. Os proventos seguem isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme a legislação vigente, favorecendo o retorno líquido do cotista.
Com base na cotação média de abril, de R$ 9,21, o KNSC11 apresentou Dividend Yield mensal aproximado de 1,08%. O indicador reflete a capacidade do portfólio em gerar caixa recorrente no curto prazo, ainda que esteja sujeito às oscilações de mercado e das taxas de referência. A manutenção do patamar sinaliza estabilidade no fluxo de distribuição.
No recorte por indexadores, o KNSC11 concentra 55,2% da carteira atrelada ao IPCA, 36,6% ao CDI e 8,3% à Selic. Essa combinação busca equilibrar proteção contra a inflação com exposição à taxa de juros de curto prazo. A ponderação por índices influencia diretamente a previsibilidade dos rendimentos ao longo dos ciclos econômicos.
Ao fim de abril, o fundo registrava 98,3% do patrimônio líquido alocado em ativos-alvo, principalmente CRIs e cotas de FIIs, além de manter 2,5% em LCI e 9,1% em instrumentos de caixa. Os CRIs indexados à inflação somavam 60,6% do PL, com taxa média marcada a mercado de 10,38% ao ano e prazo médio de 7,1 anos, parâmetros que sustentam o carrego real do portfólio.
A carteira inclui ainda participação no FII Ícone, cuja remuneração alvo é INCC-DI + 13,0%, diversificando o risco de construção e de reajustes. Entre os créditos, os atrelados ao CDI representam 37,6% do patrimônio líquido, oferecendo sensibilidade positiva em ambientes de juros elevados e compondo o balanço entre indexadores.
Por segmento, o portfólio do KNSC11 tem maior exposição em Escritórios, com 24,1% da carteira, seguido de Logística, com 21,3%. Essa distribuição setorial amplia a diversificação das fontes de recebíveis, diluindo riscos específicos e potencialmente suavizando a volatilidade dos rendimentos ao longo do tempo.
Com uma política de distribuição estável, o KNSC11 segue combinando indexação à inflação e juros, além de lastros em CRIs e FIIs, para sustentar o pagamento de R$ 0,10 por cota e preservar a atratividade do yield mensal aos cotistas.