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Negócios

PORD11 liquida CRI Marca Brasil em junho; veja o resultado do mês

PORD11 liquida CRI Marca Brasil em junho; veja o resultado do mês
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário PORD11 (PORD11) apurou resultado total de R$ 4,267 milhões em maio. O número considera resultado de ativos de R$ 3,832 milhões e resultado financeiro de R$ 1,055 milhão, já após despesas de R$ 620 mil.

Pela competência de maio de 2026, distribuiu R$ 0,098 por cota. Em 12 meses, os rendimentos do PORD11 somam R$ 1,18 por cota, o que equivale a dividend yield de 14,13% ao ano sobre a cota a R$ 8,35, ou IPCA + 9,94% ao ano para duration de três anos (prazo médio da carteira).

Com gross-up de IR (ajuste para comparação com títulos tributáveis), o indicador vai a IPCA + 12,34% ao ano. Há R$ 0,024 por cota de inflação acumulada ainda não distribuída.

Ao fim de maio, o fundo tinha valor de mercado de R$ 311,3 milhões e patrimônio líquido de R$ 355,9 milhões. A cota de mercado era R$ 8,35 e a patrimonial, R$ 9,55, com P/VP de 0,87x. A duration era de 3,33 anos e o yield mensal, 1,17% sobre a cota de mercado.

Em junho, ocorreu a liquidação do CRI Marca Brasil. O FII recebeu R$ 4,5 milhões (1,26% do PL) e espera mais R$ 2,0 milhões, elevando a exposição a 1,83% do PL, com nova tranche potencial. A incorporadora atua em comercial, residencial e loteamentos em MG.

A operação tem lastro em recebíveis de loteamentos performados, LTV médio de 82% (relação dívida/garantia), alienação fiduciária de 13 unidades, fundo de reserva de quatro parcelas e overcollateral de cerca de 160% (garantia excedente). A taxa é IPCA + 14,98% ao ano. O fundo também assinou dois term sheets, ambos de estruturação própria, que consumiram aproximadamente 8% do PL; há outras operações em análise.

Composição da carteira do PORD11

Por tipo, a carteira tem: CRI corporativo série única (31%), caixa (27%), CRI corporativo sênior (11%), FII (9%), CRI pulverizado sênior (9%), CRI pulverizado mezanino (6%), CRI pulverizado série única (5%) e CRI corporativo subordinado (2%).

Na indexação, CRIs em IPCA somam 32,2% do PL (IPCA + 10,26% a.a. MTM) e em CDI, 27,4% (CDI + 4,38% a.a.); FIIs, 9,3%; CRIs em IGP-M, 2,1% (IGP-M + 9,61% a.a.); prefixados, 0,6%; e debêntures em CDI, 0,5% (CDI + 3,37% a.a.).

Por segmento de CRIs: renda urbana (19,3%), MCMV (15,2%), residencial (14,2%), hospitalar (11,8%), laje corporativa (11,7%), residencial e comercial (11,5%), loteamento (6,0%), transporte (4,7%), varejo alimentício (3,1%), varejo (1,4%) e energia (1,1%). Em risco, 68% é crédito corporativo e 32% carteira pulverizada.

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