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FIIs

PSEC11 corta dividendos para R$ 0,55; pagamento em 18/5

PSEC11 corta dividendos para R$ 0,55; pagamento em 18/5
Foto: Suno/Banco

O PSEC11 anunciou a distribuição de R$ 0,55 por cota em dividendos, sinalizando ajuste temporário em relação aos pagamentos anteriores. A decisão reflete o alinhamento da política de proventos ao resultado recorrente, que vem girando próximo de R$ 0,60 por cota, segundo a gestão.

Investidores posicionados até o fechamento de segunda-feira, 11 de maio de 2026, farão jus aos rendimentos do PSEC11. A partir de 12 de maio, as compras não conferem direito ao benefício referente à competência de abril, cujo resultado completo ainda não foi divulgado pela administração.

O pagamento dos dividendos do PSEC11 ocorrerá em 18 de maio de 2026. Com base no preço de fechamento de abril (R$ 61,90), o valor corresponde a um Dividend Yield mensal de 0,89%, refletindo a nova faixa de distribuição adotada pelo fundo.

Em março, o fundo imobiliário PSEC11 realizou vendas superiores a R$ 140 milhões em cotas de FIIs, equivalentes a 10% do patrimônio líquido. As alienações geraram impacto negativo de R$ 0,05 por cota, parcialmente mitigado por receitas extraordinárias da carteira de CRIs, que reduziram o efeito a impacto líquido de R$ 0,01 por cota.

A carteira foi racionalizada com a redução de nove posições em FIIs no período, passando a 83 fundos, ante 118 no início do processo de simplificação. A gestão projeta encerrar 2026 com 40 a 50 posições, mantendo foco em eficiência operacional e liquidez.

Em março, o lucro somou R$ 10,82 milhões (R$ 0,59 por cota), enquanto a distribuição atingiu R$ 11,96 milhões (R$ 0,65 por cota), novamente com uso de reservas. Entre os destaques estão R$ 8,58 milhões em rendimentos de FIIs, efeito negativo de R$ 14,39 milhões na marcação a mercado e R$ 2,91 milhões em juros de CRIs.

O PSEC11 registrou retorno de -1,5% em março e -1,1% no acumulado do ano. A cota patrimonial ajustada recuou 0,3% no mês e apresenta alta de 0,8% em 2026. A redução para R$ 0,55 deve vigorar até junho de 2026, com reavaliação no segundo semestre.

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