O fundo imobiliário RBVA11 confirmou a manutenção dos dividendos do RBVA11 para maio de 2026, no valor de R$ 0,09 por cota. O patamar está inalterado desde dezembro de 2024, reforçando a previsibilidade do fluxo de caixa do veículo. O pagamento ocorrerá em 15 de junho de 2026, com data-base em 29 de maio de 2026 para quem deseja receber os proventos.
Com a cotação média de abril em R$ 9,63, o rendimento do RBVA11 implica Dividend Yield mensal próximo de 0,93%. Para pessoas físicas, os proventos de FIIs seguem isentos de Imposto de Renda sob a legislação atual, o que torna a remuneração líquida mais atrativa frente a alternativas tributadas.
A gestão também reportou a conclusão da venda de um imóvel na Av. Senador Queiróz, em São Paulo, por R$ 10,5 milhões, equivalente a R$ 7.256,39 por metro quadrado. A transação gerou lucro de R$ 3,6 milhões, ou cerca de R$ 0,02 por cota, com preço 63% acima do custo de aquisição.
O desempenho da alienação resultou em TIR de 15,4% ao ano ao longo de 14 anos. Este foi o 32º desinvestimento desde 2019, somando R$ 309,6 milhões em vendas e R$ 104 milhões em lucros acumulados. O histórico indica disciplina alocativa e reciclagem ativa do portfólio.
O fundo imobiliário RBVA11 mantém 70 imóveis nos segmentos Varejo e Varejo Triple A, apoiados por 69 contratos de locação. A Caixa Econômica Federal lidera com 19 contratos, seguida pelo Pão de Açúcar com 8 unidades, além de locatários como Itaú, Renner, Panvel e Centauro.
O fundo possui 13 imóveis vagos, enquanto a carteira também inclui participações em FIIs, como Legatus (LASC11) e Pátio Higienópolis (SHPH11). O ativo total soma R$ 1,904 bilhão, distribuído entre imóveis (R$ 1,742 bilhão), FIIs (R$ 65,19 mil), renda fixa e caixa (R$ 40,99 milhões) e valores a receber (R$ 55,37 milhões). Assim, os dividendos do RBVA11 tendem a refletir a combinação de renda recorrente, reciclagem de ativos e gestão de caixa.