• IPCA 0,33% DEZEMBRO 2025
  • Selic 15% FEV 2026
Fonte:
Fiagro

SNAG11 eleva dividendo a R$ 0,20 e reporta lucro robusto

O fiagro SNAG11 anunciou a distribuição de R$ 0,20 por cota em fevereiro de 2026, com data-base em 13 de fevereiro e pagamento previsto para 25 do mesmo mês. O valor representa aceleração frente ao provento anterior, reforçando a trajetória de ganhos do fundo. Para o investidor, trata-se de um patamar que volta a encorpar o fluxo de caixa mensal, beneficiado por carteira adimplente e receitas resilientes.

Com o preço de R$ 11,09, o rendimento implica dividend yield mensal aproximado de 1,80%. Esse nível supera de forma expressiva o último pagamento de R$ 0,13 por cota, cujo crédito ocorreu em 23 de janeiro, com data-base em 15 de janeiro de 2026. O diferencial reforça a capacidade do fundo de traduzir geração de resultado em distribuição ao cotista.

Os rendimentos do SNAG11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme a legislação aplicável aos Fiagros listados na B3. Essa característica aumenta a atratividade líquida do provento, especialmente em cenários de inflação moderada e juros em trajetória de ajuste.

O fundo reportou lucro de R$ 18,19 milhões em dezembro, com carteira totalmente adimplente e sem sinais de deterioração creditícia. Segundo a gestora, o desempenho foi alicerçado por receitas recorrentes e contratos de longo prazo, garantindo previsibilidade às distribuições. A governança de risco segue destacada como pilar do portfólio.

Em operação tática no secundário, o fundo adquiriu o CRA Mapeva, com retorno de IPCA + 12,25% ao ano. A taxa supera a curva atual do papel, próxima de IPCA + 11%, potencializando o carrego da carteira. O título representa cerca de 0,5% do patrimônio, compondo a estratégia de otimização de yield ajustado ao risco.

As reavaliações anuais de imóveis rurais trouxeram ganhos relevantes. As propriedades de Sorriso (MT) e Primavera do Leste (MT), arrendadas à Boa Safra por 10 anos, valorizaram 5,77% e 19,57%, respectivamente. A valorização combinada somou R$ 4,5 milhões, acrescentando R$ 0,075 ao valor patrimonial por cota.

No agregado, o SNAG11 mantém cap rate de 8,14% nas aquisições e contratos reajustados pelo IPCA, preservando o poder de compra das receitas. A combinação de adimplência, ganhos de reavaliação e alocação tática sustenta a tese de geração de caixa e distribuições superiores ao trimestre anterior.

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