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VGHF11 lidera quedas do IFIX ao cair 7,07% no dia

VGHF11 lidera quedas do IFIX ao cair 7,07% no dia
Foto: Suno/Banco

O VGHF11 liderou as maiores quedas do IFIX nesta segunda-feira (11), despencando 7,07% e encerrando a R$ 5,65, com volume financeiro de R$ 14,01 milhões. O movimento reforça a pressão vendedora que se intensificou nas últimas semanas e consolida a tendência baixista observada desde o fim de abril.

Após avançar 1,33% na sexta-feira (8), o fundo não conseguiu sustentar a recuperação. No acumulado de maio, a queda já atinge 16,91%, sucedendo recuos de 3,82% em abril e 2,35% em março. Nos últimos 12 meses, a desvalorização chega a 18,52%, evidenciando o momento desafiador.

Com essa performance, o FII negocia com desconto expressivo em relação ao seu patrimônio. O P/VP está em 0,70, refletindo um valor de mercado de R$ 927,38 milhões frente a um patrimônio líquido de R$ 1,424 bilhão. Para parte dos investidores, esse desconto pode sugerir assimetria; para outros, risco adicional.

Apesar da queda, o VGHF11 segue entre os maiores FIIs do país em base de investidores, reunindo mais de 383 mil cotistas. Esse amplo quadro de detentores costuma ampliar a liquidez, mas também pode intensificar movimentos em períodos de maior volatilidade.

Dividendos do VGHF11 permanecem estáveis

  • Nos últimos dias, o fundo não divulgou comunicados relevantes. No fim de abril, quando as quedas se acentuaram, publicou o relatório gerencial e confirmou os proventos de maio.
  • Os dividendos do VGHF11 ficaram em R$ 0,07 por cota pelo sétimo mês consecutivo. Embora estáveis, representam o menor patamar histórico do fundo, fator que pode pesar no sentimento do mercado.

De acordo com o relatório de março, o FII VGHF11 fechou o mês com R$ 1,463 bilhão alocado em ativos-alvo, distribuídos em 138 posições, equivalentes a 102,7% do patrimônio líquido. A carteira segue diversificada, com foco em crédito imobiliário.

Além disso, o fundo mantinha R$ 50,0 milhões em operações compromissadas reversas de CRIs, cerca de 3,5% do PL, com custo médio de CDI + 0,84% ao ano. O acompanhamento do desconto no P/VP, do nível de proventos e da execução da carteira seguirá no radar dos investidores do VGHF11.

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