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VGIR11 retoma R$ 0,13 e entrega DY de 1,33% em abril

VGIR11 retoma R$ 0,13 e entrega DY de 1,33% em abril
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário VGIR11 anunciou a distribuição de R$ 0,13 por cota referente a março de 2026, com pagamento em 20 de abril aos cotistas posicionados até 13 de abril. Com a cota encerrando março a R$ 9,79, os dividendos do VGIR11 implicam um Dividend Yield mensal aproximado de 1,33%, sinalizando estabilidade no curto prazo para o fluxo de proventos.

Após uma redução pontual para R$ 0,12 em março, o fundo retoma o valor anterior de R$ 0,13, alinhando-se ao padrão observado entre setembro de 2025 e fevereiro de 2026. Esse retorno sugere normalização do caixa operacional, sem mudança relevante na política de distribuição. Para investidores de renda, a previsibilidade reforça a atratividade relativa do ativo.

A carteira segue concentrada em CRIs, mantendo o foco em crédito imobiliário. No fim de fevereiro de 2026, 95,5% do patrimônio líquido estava alocado em recebíveis, distribuídos em 57 operações que somavam R$ 1,349 bilhão, enquanto 4,5% permaneciam em caixa. A indexação é majoritariamente ao CDI (99,4%), com parcela residual de 0,6% atrelada ao IPCA, o que confere correlação direta com a taxa básica.

Setorialmente, o residencial domina com 86,5% de exposição, seguido por escritórios (6,8%), shoppings (4,0%), ativos pulverizados (1,5%) e operações BTS (1,1%). Segundo a gestão do FII VGIR11, os CRIs mantêm perfil saudável, com monitoramento contínuo e métricas de risco sob acompanhamento.

Em fevereiro, o fundo registrou R$ 8,7 milhões em amortizações e destinou R$ 7,4 milhões a dois CRIs da própria carteira, demonstrando reciclagem disciplinada de capital. O veículo encerrou o mês com 260.186 investidores e volume médio diário de R$ 6,5 milhões, refletindo liquidez consistente no secundário.

Para quem busca renda mensal, os dividendos do VGIR11 voltam ao patamar histórico recente, ancorados por exposição elevada a CDI e portfólio diversificado de recebíveis. A continuidade desse nível dependerá do desempenho dos CRIs, da dinâmica de pré-pagamentos e do comportamento das taxas. Em síntese, o retorno a R$ 0,13 por cota reforça a estabilidade operacional observada nos últimos meses.

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