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Negócios

MAXR11 desacelera em dezembro e vê pressão de despesas

MAXR11 desacelera em dezembro e vê pressão de despesas
Imagem gerada por IA

O MAXR11 encerrou dezembro de 2024 com resultado de R$ 175.643, abaixo dos R$ 228.205 registrados em novembro, refletindo um mês de maior pressão operacional. As propriedades para investimento permaneceram como principal motor de receitas, enquanto outras fontes tiveram peso marginal no consolidado mensal. Esse desempenho reforça o ambiente desafiador do período e a importância da disciplina na gestão de despesas.

No detalhamento das receitas, os imóveis do portfólio geraram R$ 277.173, sustentando a base do caixa. Já os demais ativos financeiros contribuíram com R$ 9.238, sinalizando participação complementar. As despesas operacionais atingiram R$ 110.768, comprimindo a margem e impactando o resultado final do fundo imobiliário MAXR11.

A concentração geográfica segue evidente. Manaus lidera com 31,09% das receitas, seguida por Brasília (24,89%) e Belém (13,79%). João Pessoa representa 12,72% do total, Maceió contribui com 9,14% e Taguatinga, com 8,37%. Vitória não registrou participação no período, indicando potencial de revisão estratégica na alocação regional.

A composição por inquilinos aponta foco em um único segmento. O setor de lojas de departamentos responde por 93,10% da receita, evidenciando concentração relevante. As lojas de produtos importados representam 3,78%, enquanto o setor de alimentação soma 3,12%, adicionando alguma diversificação, ainda que limitada no mix de locatários.

A estratégia permanece orientada à aquisição de imóveis comerciais ou direitos relacionados, tanto prontos quanto em desenvolvimento, localizados em centros comerciais, shopping centers ou eixos de alto fluxo. Essa diretriz busca capilaridade em praças com demanda consolidada e potencial de valorização operacional.

A taxa de ocupação está em 74,19%, incluindo áreas em comodato, nível que sugere espaço para elevação de receitas por meio de novas locações e revisões contratuais. O maior ativo do portfólio está em João Pessoa, com 10.532,00 m² de área locável, elemento-chave para capturar ganhos à medida que a ocupação evolui e o ciclo de consumo melhora para o MAXR11.

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