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Fiagro

SNFZ11 chega a 13 mil cotistas e reforça liquidez no mercado

SNFZ11 chega a 13 mil cotistas e reforça liquidez no mercado
Foto: Suno/Banco

O Fiagro SNFZ11 alcançou a marca de 13 mil cotistas, reforçando a expansão do interesse por ativos ligados ao agronegócio no Brasil. O avanço, de cerca de 20% frente aos 10 mil cotistas anteriores, sinaliza maior capilaridade entre investidores pessoa física e institucionais, além de consolidar a presença do fundo no mercado.

A ampliação da base de investidores traz efeitos diretos sobre a liquidez no mercado secundário, favorecendo a formação de preço e reduzindo spreads. Esse movimento tende a atrair novos participantes, ao oferecer facilidade de entrada e saída, aspecto relevante para quem busca eficiência operacional e gestão ativa de portfólio.

Em apresentação da Suno Asset, o analista João Vitor Franzin destacou que o crescimento acompanha a consolidação da estratégia do SNFZ11. O fundo prioriza a aquisição de terras agrícolas produtivas, com enfoque na geração de renda recorrente por meio de arrendamentos estruturados e contratos com cláusulas de proteção, alinhando interesses entre produtores e cotistas.

O SNFZ11 manteve a distribuição de R$ 0,10 por cota no período, resultando em dividend yield anualizado próximo de 13%. Esse patamar reforça o apelo do produto para perfis que buscam renda, sem abrir mão de uma tese lastreada em ativos reais e exposição ao ciclo do agronegócio.

A tese do Fiagro SNFZ11 se ancora na valorização histórica das terras agrícolas brasileiras. Segundo Franzin, “investir em terras agrícolas foi um bom negócio na última década e nos últimos 15 anos”, ressaltando a resiliência desse mercado em ambientes de maior incerteza macroeconômica.

O analista pontua que o preço da terra tende a apresentar menor volatilidade que outros ativos financeiros em momentos adversos. Já em ciclos positivos, o potencial de ganho pode ser expressivo, sobretudo quando combinado a ganhos de produtividade decorrentes de tecnologia, genética e manejo avançado, fatores que a gestora vê como vetores de valor.

A colheita da safra principal de soja foi concluída, com produtividade entre 65 e 66 sacas por hectare. O fundo opera com modelo de arrendamento que prevê participação de 25% da produção de soja e piso mínimo de 15 sacas por hectare, assegurando previsibilidade de receita e menor assimetria para o cotista, ao mesmo tempo em que preserva a atratividade para o produtor.

Em síntese, o Fiagro SNFZ11 combina distribuição consistente, exposição a ativos reais e estrutura de contratos que mitigam volatilidade, fatores que ajudam a sustentar o interesse do investidor e a expansão recente da base de cotistas.

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