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HTMX11 acelera desinvestimentos e sobe 30% no mês

HTMX11 acelera desinvestimentos e sobe 30% no mês
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário HTMX11 reportou resultado de R$ 4,609 milhões em março, avanço de 30% frente aos R$ 3,543 milhões de fevereiro, sustentado por maior receita operacional e controle de custos. No mês, a receita total alcançou R$ 5,53 milhões, enquanto as despesas somaram R$ 921 mil, refletindo eficiência na alocação do portfólio e no plano de desinvestimentos.

No mercado secundário, o HTMX11 encerrou março com valor de mercado de R$ 392,1 milhões, a R$ 135,77 por cota. O patrimônio líquido atingiu R$ 432,4 milhões, dividido em 2.888.094 cotas, mantendo base sólida para a estratégia de realocação de ativos. O dividend yield do fundo imobiliário sobre a cota de mercado foi de 11,55%, indicador relevante para investidores de renda.

A gestão destacou o avanço do plano de desinvestimento hoteleiro, com nove unidades vendidas em março: quatro no ibis budget São Paulo Paulista, uma no ibis São Paulo Paulista e quatro no Intercity Paulista. As operações geraram receita bruta de R$ 1,798 milhão e lucro líquido de R$ 1,445 milhão após taxa de performance, equivalente a R$ 1,1058 por cota.

Desde o início do ciclo de vendas, o FII já alienou 617 unidades hoteleiras, acumulando amortização de R$ 46,38 por cota. A carteira iniciou abril com 731 unidades em operação, distribuídas por 18 hotéis. Com a venda no ibis São Paulo Paulista, encerrou-se a exposição do fundo a esse ativo específico, reduzindo concentração e reforçando o giro do portfólio.

A receita de aluguéis de março, referente ao desempenho de fevereiro, foi de R$ 2.429 por apartamento, queda de 18% ante os R$ 2.944 do mesmo período anterior. Entre os segmentos, o econômico representa 66% da carteira, os hotéis midscale 27% e o upper midscale 7%, compondo uma exposição majoritária a ativos de maior liquidez.

O eixo Berrini–Chucri Zaidan concentra 72% dos quartos, seguido por Itaim Bibi (11%) e Congonhas (7%), sinalizando foco geográfico em polos corporativos. Para o investidor de fundo imobiliário, o ritmo de desinvestimentos, o yield de dois dígitos e a disciplina na gestão de despesas formam o tripé que sustenta a tese do HTMX11 no curto prazo.

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