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MAXR11 paga R$ 0,25 por cota e DY fica em 0,43% em maio

MAXR11 paga R$ 0,25 por cota e DY fica em 0,43% em maio
Imagem gerada por IA

O MAXR11 anunciou a distribuição de R$ 0,25 por cota referente à competência de maio de 2026, valor que indica leve recuo em relação ao período anterior. O pagamento dos proventos está marcado para 15 de junho de 2026, com direito assegurado aos investidores posicionados até o fechamento do pregão de 8 de junho. Com base na cotação de R$ 57,79 ao fim de maio, o resultado implica um Dividend Yield mensal aproximado de 0,43%.

Além da atratividade recorrente, os dividendos de fundos imobiliários são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que cumpridos os requisitos legais. Isso reforça o apelo do MAXR11 no segmento de renda, sobretudo para quem busca previsibilidade de caixa e exposição ao varejo em pontos estratégicos do país.

O rendimento do MAXR11 refletiu o comportamento operacional do portfólio no mês, em linha com a taxa de ocupação reportada e a dinâmica dos contratos vigentes. A administração segue monitorando revisões de aluguel, vacância e adimplência, vetores que influenciam diretamente a capacidade de distribuição do fundo no curto prazo.

H2: Perspectivas e concentração regional do portfólio do MAXR11

O fundo imobiliário MAXR11 mantém foco em empreendimentos comerciais por meio de aquisição direta de imóveis e direitos correlatos, incluindo unidades prontas e em desenvolvimento em áreas de alto fluxo. Os contratos atuais têm vencimento em 2029, o que oferece visibilidade de receitas, ainda que sujeito a renovações e condições de mercado. Na última competência, a taxa de ocupação foi de 74,19%, incluindo áreas em comodato.

A receita apresentou concentração geográfica relevante. Manaus liderou com 31,09% do faturamento, seguida por Brasília, com 24,89%. Também contribuíram Belém (13,79%), João Pessoa (12,72%), Taguatinga (9,14%) e Vitória (8,37%). Em Maceió, não houve operação no período devido à venda da loja, restando apenas os recebimentos das parcelas da alienação.

Do ponto de vista setorial, as lojas de departamentos responderam por 93,10% da receita do FII MAXR11, enquanto lojas de importados representaram 3,78% e alimentação somou 3,12%. A combinação de contratos de longo prazo e diversificação entre praças-chave sustenta a distribuição, embora a vacância ainda represente um desafio monitorado pela gestão.

Para o investidor que busca renda isenta e exposição ao varejo físico, o MAXR11 segue como alternativa a considerar, com DY mensal de 0,43% em maio e calendário de proventos regular já definido.

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