O fundo imobiliário LVBI11 (LVBI11) encerrou maio com vacância física e financeira de 0,0%, sem troca de locatários. O resultado distribuível somou R$ 11,638 milhões, a partir de receitas de R$ 14,877 milhões e despesas de R$ 3,239 milhões.
Os rendimentos do LVBI11 foram de R$ 0,75 por cota, com crédito em 8 de junho. A gestão pretende manter esse valor até o fim do semestre, via linearização da distribuição, alinhado à média dos últimos 12 meses.
O dividend yield anualizado dos dividendos do LVBI11 fechou maio em 8,3% sobre a cota de mercado e 7,5% sobre a cota patrimonial. O patamar ficou próximo da faixa recente entre 8,0% e 8,8%.
O único passivo está vinculado ao ativo Aratu: saldo devedor de R$ 9 milhões, equivalente a 0,5% do patrimônio líquido, a IPCA + 1,4% ao ano, com vencimento em maio de 2032.
Nos contratos, maio registrou reajustes sobre 14.753 m² de ABL (área bruta locável). A projeção indica vacância física de 1,1% a partir de setembro de 2026, conforme eventos mapeados.
Desempenho e rendimentos do LVBI11 em maio
A carteira reúne 10 galpões logísticos em quatro estados, somando mais de 517 mil m² de ABL. A alocação está em 96% imóveis, 2% em FII (exposição ao ativo SBC via fundo) e 2% em caixa.
Por valor patrimonial, os principais ativos são Extrema (22,2%), SBC (15,2%), Aratu (12,5%), Jandira (10,1%) e Betim (9,6%). Em receita contratada: Extrema (23,3%), SBC (14,6%), Aratu (11,6%), Jandira (10,7%) e Betim (10,1%).
O FII fechou maio com patrimônio líquido de R$ 1,942 bilhão e cota patrimonial de R$ 119,56. No mercado, valia R$ 1,751 bilhão, com cota a R$ 108,66 (0,91x P/VP) e giro médio diário de R$ 4,0 milhões.
A cota subiu 0,7% no mês, ante -1,3% do IFIX e 1,1% do CDI bruto. No ano, avança 0,2%, frente a 2,7% do IFIX e 5,7% do CDI bruto. Desde o início, rende 110,6% (10,5% a.a.), superando IFIX (70,2%; 7,4% a.a.) e CDI bruto (94,9%; 9,4% a.a.).