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ALZR11 chega a 200 mil cotistas e aprova recompra de cotas

ALZR11 chega a 200 mil cotistas e aprova recompra de cotas
Foto: Suno/Banco

O ALZR11 alcançou a marca de 200 mil cotistas em abril, consolidando-se entre os 12 maiores fundos de tijolo por número de investidores. Desde 2018, a gestora Alianza ressalta a trajetória do fundo com disciplina, transparência e foco em governança. Esse avanço reforça a confiança do mercado e a atratividade do portfólio, que segue evoluindo em qualidade e diversificação.

O aumento da base de investidores foi de 1,7% no mês, somando mais de 3 mil novos cotistas. Após o desdobramento das cotas em maio de 2025, cerca de 39 mil investidores ingressaram no fundo, um crescimento acumulado de 25%. Esse movimento amplia a liquidez, melhora a formação de preço e fortalece a presença do fundo na B3.

Segundo o relatório gerencial de abril, o ALZR11 vive seu melhor momento histórico. O portfólio está mais diversificado, com inquilinos de primeira linha e contratos de longo prazo, reduzindo riscos e garantindo maior previsibilidade de receitas. A média dos contratos de locação é de 9,1 anos, refletindo estabilidade operacional relevante para o segmento.

As vacâncias financeira e física seguem em 0%, um indicador importante de eficiência e demanda pelos ativos do fundo. Essa ocupação plena contribui para resultados consistentes e reforça a qualidade dos imóveis e dos contratos vigentes com locatários estratégicos em setores essenciais da economia.

Resultados e rendimentos do ALZR11 indicam solidez no curto prazo. Em abril, o resultado caixa foi de R$ 0,0842 por cota, acima da média anterior, enquanto a distribuição ficou em R$ 0,0836 por cota, paga em 25 de maio aos cotistas posicionados em 18 de maio. O rendimento superou o teto do guidance do 1º semestre de 2026, de R$ 0,080 a R$ 0,082 por cota, preservando ainda uma reserva de lucros de R$ 0,030 por cota.

Em liquidez, o fundo encerrou abril com R$ 414 milhões em caixa, equivalentes a 22% do patrimônio líquido. Após a 8ª emissão, que captou R$ 447 milhões, a relação entre obrigações futuras e patrimônio recuou para 33%, reforçando a capacidade de investimento e alocação disciplinada.

Por fim, o ALZR11 aprovou um programa de recompra de até 10% das cotas em circulação, cerca de 16,4 milhões de papéis. As aquisições ocorrerão no mercado secundário, condicionadas a negociações abaixo do valor patrimonial, e as cotas recompradas serão canceladas para potencial redução do desconto e maior eficiência na precificação.

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