O fundo imobiliário MAGM11 distribuiu R$ 0,12 por cota referentes a maio, mantendo o mesmo nível dos últimos nove meses. O dividend yield foi de 1,41% ao mês, em base “gross-up” — ajuste que torna comparável a renda isenta de FIIs com a tributação de renda fixa. O patrimônio líquido fechou o mês em R$ 125,4 milhões.
O lucro caixa de maio somou R$ 1,8 milhão, o maior desde o início de 2026. O resultado foi impulsionado por receitas de LCI e compromissadas, que passaram de R$ 128 mil em abril para R$ 594 mil em maio. No ano, o lucro caixa atinge R$ 7,1 milhões, com R$ 6,8 milhões já distribuídos em dividendos.
Movimentações e alocação do MAGM11 em maio
Em maio, o fundo entrou no FII Riviera Residencial (RRES11), com aporte de R$ 11 milhões, o maior do período. Também adquiriu um CRI lastreado em loteamento em Uberlândia (MG), de R$ 5,2 milhões, e fez dois aportes adicionais em CRIs da carteira, somando R$ 690 mil. As posições nos FIIs KNCR11 e GGRC11 foram vendidas com ganho de capital.
A carteira concentra doze operações de crédito nos segmentos de incorporação residencial, loteamento e home equity, além de cotas de dois FIIs listados e ações de cinco empresas do setor imobiliário. O crédito representa 69,5% do patrimônio, com 44% atrelados ao IPCA e 43,4% ao CDI. A posição em caixa é de 26,3%, refletindo a 2ª emissão de cotas em andamento, de R$ 21,5 milhões.
A gestora elevou a projeção de Selic terminal para 2026, de 13,50% para 14,00%, diante de pressões inflacionárias e atividade resiliente. A expectativa é de IPCA acima do teto da meta, em 4,50%.
O MAGM11 é gerido pela Mongeral Aegon, que soma mais de 180 anos de atuação e mais de R$ 18 bilhões em ativos sob gestão.