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VGIR11 mantém R$ 0,12 por cota e foco em CRIs residenciais

VGIR11 mantém R$ 0,12 por cota e foco em CRIs residenciais
Imagem gerada por IA

O VGIR11 manteve estável sua distribuição referente a maio de 2026, confirmando o pagamento de R$ 0,12 por cota aos investidores. O crédito ocorrerá em 18 de junho, sem alteração em relação ao mês anterior. A manutenção do valor sinaliza consistência na geração de caixa do fundo, em linha com sua estratégia de alocação concentrada em crédito imobiliário.

Investidores com posição no fechamento do pregão de 11 de junho têm direito aos proventos, conforme a data de corte definida. Esse prazo garante a elegibilidade dos cotistas para o recebimento do rendimento mensal, prática padrão no mercado de fundos imobiliários.

Com base no preço de fechamento de R$ 9,65 no fim de maio, o retorno implica Dividend Yield mensal aproximado de 1,24%. Além disso, os rendimentos distribuídos pelo VGIR11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que observadas as condições legais aplicáveis, o que aumenta a atratividade do fluxo de caixa para o investidor.

A carteira do fundo imobiliário VGIR11 segue fortemente concentrada em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), com 93,8% do patrimônio líquido alocado nesses papéis ao final de abril. O saldo remanescente estava direcionado a instrumentos de caixa, reforçando a gestão de liquidez do portfólio.

O fundo detinha 56 operações, somando R$ 1,326 bilhão investido. A política segue orientada a títulos pós-fixados, com 99,4% da carteira indexada ao CDI e apenas 0,6% atrelada ao IPCA. Essa composição busca reduzir a volatilidade inflacionária e capturar a remuneração de curto prazo, em linha com o cenário de juros.

No recorte setorial, o residencial liderava com 86,8% de exposição. Na sequência, apareciam escritórios (6,2%), shopping centers (4,0%) e os segmentos pulverizado e BTS, ambos com 1,5%. A predominância residencial indica foco em recebíveis com garantias e lastros amplamente difundidos no mercado.

Quanto às estruturas de emissão, 59,2% da carteira do VGIR11 estava alocada em operações ICVM 160. Os demais 40,8% correspondiam a emissões ICVM 476, majoritariamente exclusivas e estruturadas pela própria gestora, o que pode favorecer a originação e a precificação dos ativos no portfólio.

Em síntese, o VGIR11 preserva estabilidade na distribuição e disciplina na alocação, sustentadas por uma carteira majoritariamente pós-fixada e concentrada em CRIs residenciais, com isenção fiscal para o investidor pessoa física.

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