• IPCA 0,70% FEVEREIRO DE 2026
  • Selic 15% MAIO 2026
Fonte:
Negócios

VGHF11 lucra R$ 11,3 mi e paga R$ 0,07 por cota em abril

VGHF11 lucra R$ 11,3 mi e paga R$ 0,07 por cota em abril
Imagem gerada por IA

O VGHF11 reportou resultado positivo de R$ 11,263 milhões em abril, impulsionado por receitas totais de R$ 12,591 milhões frente a despesas de R$ 1,328 milhão. Apesar do ganho contábil, a cota patrimonial recuou R$ 0,12 no mês, refletindo ajustes de mercado. A gestão atribuiu a queda à desvalorização de posições em FIIs e CRIs, influenciada pela abertura da curva de juros das NTN-Bs.

No campo dos rendimentos, o fundo confirmou distribuição de R$ 0,07 por cota referente à competência de abril. Esse montante representou rentabilidade anualizada de 10,7% sobre a cota patrimonial de março, equivalente a IPCA + 1,4% ao ano. A política de distribuição segue alinhada à geração de caixa e às condições de mercado.

Em 12 meses, os dividendos do VGHF11 somaram R$ 0,94 por cota. No mesmo intervalo, o retorno anualizado alcançou 11,5%, patamar equivalente a IPCA + 7,4% ao ano. Esse desempenho reflete a combinação entre recebíveis indexados à inflação e o carregamento de posições em fundos imobiliários.

Ao fim de abril, o portfólio registrou cerca de R$ 1,453 bilhão alocado em 137 ativos-alvo, equivalente a 103,5% do patrimônio líquido, indicando uso de alavancagem moderada via marcadores de posição. A alocação priorizou liquidez e diversificação, em linha com o mandato do fundo.

O fundo manteve R$ 42,8 milhões em operações compromissadas reversas de CRIs, remuneradas a CDI + 0,84% ao ano, representando aproximadamente 3% do patrimônio líquido. Essa posição funcionou como instrumento tático de caixa, oferecendo rendimento atrelado ao custo de oportunidade.

Durante abril, houve ajustes relevantes: compras somaram R$ 23 milhões, com destaque para o CRI Helbor 86E (R$ 20,8 milhões). Em contrapartida, foram realizadas vendas de cerca de R$ 13 milhões em CRIs e FIIs, otimizando risco-retorno e duration da carteira.

Entre os ativos investidos, os fundos imobiliários seguiram líderes, com 55,5% dos ativos-alvo. Os CRIs responderam por 28,5%, enquanto as SPEs representaram 14,3%. A combinação reforça exposição híbrida entre renda e crédito, buscando mitigar volatilidade e capturar prêmios em diferentes ciclos do mercado.

Em síntese, o VGHF11 entregou resultado positivo, preservou distribuição e reequilibrou o portfólio, mesmo sob o impacto da abertura das NTN-Bs.

Quer construir uma carteira de Fiis alinhada com os seus objetivos? Clique aqui e fale agora mesmo com um especialista.

Leia também